sábado, 3 de dezembro de 2011

Eis que o amor é livre!

A poesia do amor

Corpos relaxados ao sabor do vento, enfeitando o som das palavras tidas como faíscas no enredo cujo nome é amor.
Embolados pelo caos, se juntam sem pudor para saborear todos os gostos deste amor.
No murmúrio deste alento, só nos resta à entrega total do sentir cada vez mais o ato e procurá-lo ainda mais, repetidas e apressadas vezes sem querer nunca, mais cada vez mais o ápice final.
Este ápice que nos faz deitarmos e olharmos para o início de nossas vidas quando éramos somente terra e céu.
Como quem almeja unir a lua ao mar.
Qual instante é este que atravessa a calada da noite e mergulha na imaginação de seres que se gostam tanto que se permitem apenas o sonhar.
A mágica da vida, destinos que se cruzam.
Pétalas ao chão em dias de sol, em dias lua e na mansidão do céu o transbordar das estrelas.
A mágica da paixão, o desejo ardente da presença, os braços que infelizmente não alcançam o calor de um abraço.
Fica o afeto, a força da mente que alcança o pensar constante, a busca dos sentidos mais sublimes, a força do bem querer e que mesmo na dor deixa correr o percurso do rio, na certeza de que no ápice do amor, a vida vibra de alegria, o amor é livre e quem o sente entende o que aqui se escreve.

Cássia Mira

Para brindar o poder de nossas mentes e corações.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Solidão

A solidão é a janela da dor de uma alma que almeja o som do amor e na calada da noite suspira o sonho do encontro. Cassia Mira

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

A ARTE

A arte existe para saírmos do cotidiano escuro. É através das palavras e dos gestos que o pensamento é mergulhado na alma e somos capazes de sentir a realidade de forma a dar significados ao que nem sempre podemos ver e ouvir. Cassia Mira

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Pedalada Poética

Em Lisboa, a ciclovia recém-inaugurada aos pés do rio Tejo é grafada, com letras garrafais, com trechos do poema O Guardador de Rebanhos, de Fernando Pessoa. Enquanto se pedala, é possível ir lendo a poesia que se arrasta por centenas de metros. " Pelo Tejo vai-se para o mundo..." Vale a pena pedalar!!!

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Estrada de Amparo


Caminho que dá seqüência às cores, raras, confusas pelo conjunto que brota.

A entrada da vida que transborda, a emoção que a harmonia desfila.

Suas flores se confundem com os meus olhos que, de fato, se encantaram e buscaram logo, uma foto.

Desta foto, hoje este quadro que registra o laço dos troncos frondosos que encheram de esperança o meu presente eterno.



CÁSSIA MIRA

A PRAIA DE YPEROIG


As ondas se debatem buscando uma solução,

Acabam por onde começam... no chão.

As areias felpudas riscam seus traços, marcas que dilatam seu espaço certeiro...

É ilusão do fim que teima o recomeço.

Sua cor confunde, conforme a expressão do dia.

O sol sempre oferece suas carícias, brilha e agradece a profundidade de suas águas.

E os barcos fazem de ti sua morada, porto de descobertas.

Quem por ti caminha, cava a sola da reflexão que sua visão cativa.

Cativa pedindo oração. Cativa pedindo o perdão. Cativa as batidas do meu coração.



CÁSSIA MIRA

NA SERRA DA BOCAINA


Dizem que um ipê é sorte. Que simbologia!

Dizem que o amarelo é lindo. Que energia!

Dizem que uma árvore pode salvar vidas. Que sabedoria!

Dizem que a Serra é linda. Mesmo ao longe. Que alegria!

Dizem que pintar é bom. Que sintonia!

E pintando se descobre que tudo isso é verdade.



CÁSSIA MIRA