quinta-feira, 8 de março de 2012

Além do caldo... Ótima caipirinha!

Além do caldo... Ótima caipirinha!
Estou aqui, hoje, ás 4hs e 59 minutos da manhã, escrevendo sobre o trabalho. As lutas dos que vivem em função do bem estar das pessoas. Dizem os astrólogos que 2012 será o ano de fortes emoções. Acho que já estou vivendo fortes emoções. Tudo regido pela influencia forte da lua. Bom, não entendo nada de astrologia mais sigo confiante de que, tudo indica. E o que trás sabedoria é vivenciá-las.
Nada mais será tão breve em minha vida. A vontade de viver é muito grande e acredito no amor em toda sua dimensão, desde que, praticado com responsabilidade e respeito ao ser humano. Estar com o outro e conhecê-lo é antes de tudo ser inteiro, transparente e demonstrando o que de fato se sente.
Agora, neste exato momento, estou ouvindo o grupo Yes com sua música “SOON” (LIVE 2002). Os entendidos das boas e lindas coisas da vida sabem de qual música estou falando. Relembre! Quem não sabe, vale a pena ouvir, pois o que vale nesta vida é ensinar a apreciar o que é belo.
O sol virá já!...Já... já! Está amanhecendo e o horizonte será avistado novamente. Tudo seria diferente se não fosse o sol. O sol energia. Tudo e todos nós dependemos do sol. O maior de todos os detalhes. Aqui e lá no céu...
O sol! Através do sol, Deus nos diz que existe, a todo instante.
O sol calor, o sol presente nas pessoas, o sol presente na cor amarelo. O sol que alimenta a nossa esperança.
Acredito que estamos neste mundo para uma missão que é resgatar vidas, salvar vidas e independente de qualquer profissão, esta é a nossa missão.
Relembrando Shakespeare, dia desses estive lá no restaurante do ROMEU. Lá comemoramos aniversários, ficamos na presença de amigos de almas resgate. Uma alma generosa, uma alma que é luz procura sempre estar por perto da luz. Amizades e boas amizades são eternas. Agradeço a vocês, amigos e amigas que oferecem o abraço e a admiração pelo ser que em sensibilidade aflorada se apresenta e encontra o carinho merecido sem qualquer má intenção. Isso tudo no restaurante do Romeu.
Lá no Romeu. Ali na Avenida Peixoto de Castro. Gente... Ai! Como gosto deste lugar!
Parece que os proprietários da casa entendem o meu gostar. E para apreciar degustei além dos maravilhosos caldos, as bem preparadas caipirinhas do Marcelo. Que caipirinha! Ou melhor! Que delícia! MARAVILHOSAS! Tudo com muita moderação e responsabilidade gente. Mais assim, impossível provar uma só... rsss! Obrigada Marcelo! Que é quem prepara os vários tipos.
Digo que Lorena tem, dentre outros lugares magníficos, o Romeu, gatíssimoooo! (gato siamês proibido de namorar minha gata siamesa. Que peninha!). E também, lógico! O restaurante e petiscaria do ROMEU que tem um ambiente favorável a boas conversas e com uma equipe de trabalho cativante e competente.
Melhor que a caipirinha do Marcelo, somente os amigos alma- resgate e a música do Yes! Soon – live 2002.
E “BREVE!” E “SEMPRE!” o sol já vem surgindo... o Jornal também.
Graças a Deus! Ao sol! A vida!
Beijos ILUMINADOS NOS CORAÇÕES DE TODOS.
Cassia Mira é Psicóloga, especialista em Psicopedagogia e em Filosofia pela Unesp campus - Marilia, Artista Plástica, Escritora, Poetiza.
cassiamira01@hotmail.com
visite o blog: http://versosepinceladas.blogspot.com/

domingo, 29 de janeiro de 2012

Ver... Comer... Degustar... Sentir... VIVER!

Se viver é um beleza constante, digo que viver exige de nós uma certa dose de encantos. Viver bem não é pra qualquer um, mais viver bem é possível a todos, basta querer!
Foi assim que decidi viver bem e escolhi conhecer o Rio de Janeiro. Bem no mês de janeiro. Belíssima escolha! O Rio continua lindo! Sim, Senhor!
Lá, bem em frente ao ap. em que fiquei, por sinal muito bem situado, conheci o boteco Belmonte. Gente que delicia! Um estabelecimento que desde 1952 é bem frequentado e com uma equipe de trabalho muito carismática. Lá eu conheci o sabor do Rio! Fiquei de olho na beleza dos vários pratos e quitutes ali e aqui passando por mim. Ai que delícia! Foi então que meus olhos escolheram experimentar o que a vida tem de melhor em termos de cozinha. Aiiiiii uma bandeja desfilando diante de meus olhos com umas delicinhas que o proprietário falou que eram uma espécie de empadas. Batizei de empadas Belmonte. Hummmmmmm.....não via hora de degustar. Vários sabores e cores e o cheiro provocava uma sensação gostosa de mar. Uma sensação gostosa de vontade, de querer, eu amei! Rio de Janeiro, Copacabana, Lapa, Ipanema, Pão de Açucar, Gente maravilhosa, Cristo de braços abertos, cidade linda! e claro, as empadas Belmonte. As empadas que bem vivi e saboriei. Requinte carioca! Obrigada a todos que bem me receberam nesta cidade e no Boteco Belmonte. Até a próxima.
Cassia Mira
O boteco Belmonte fica na rua Domingos Ferreira, 242 - Copacabana Rio de Janeiro - RJ
Tem tambem na Lapa, no Leblon, Flamengo, Barra, Jardim Botânico, Ipanema.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Quando te vejo

Quando te vejo sinto o sol, calor imenso, força na pele da alma, luz e calor.
Quando te vejo sinto o verde azul do mar, cor perfeita, brindando a beleza da vista, nunca, nunca esquecida.
Quando te vejo sinto a serra, selvagem, robusta, amiga das horas pensantes, com suas nuances oferecidas por Deus.
Quando te vejo sinto meu corpo refletido no tom de quem ama o amor, sentido real de toda uma existência.
Cassia Mira

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Pintura a óleo

Como processo de pintura, o óleo oferece ainda hoje margem a discussões quanto às suas origens, métodos e evolução, a despeito de sua aplicação secular. A área de desenvolvimento da pintura a óleo está estreitamente ligada à cultura ocidental e fica circunscrita, geograficamente, das fronteiras eslavas até o Atlantico e do Mar do Norte ao Mediterrânio, transferindo-se, mais tarde, através da colonização, às outras partes do mundo. São óbvias as razões pelas quais o óleo tomou conta da palheta do artista.
Desde os primórdios, as tintas a óleo eram conservadas em pequenos sacos de couro ou de bucho, que, ao serem furados com um estilete, deixavam sair a quantidade de tinta desejada. Os meios de acondicionamento aperfeiçoaram-se ainda dentro dos ateliers, pelo uso de tubos de metal, com pistão, que comprimia a tinta contra o orifício de saída e eram novamente cheios, à proporção que se esvaziavam. A industrialização devemos o moderno tubo feito de estanho, contendo as tintas já preparadas para comodidade do artista. A terebintina extraida das coníferas através da destilação de sua exsudação, processo relativamente simples, era conhecida dos antigos, citada por Plínio e Teofrastos como Therebintus, com utilidade na medicina.
Fonte: Iniciação à pintura. Edson Motta, Maria Luiza Guimarães Salgado, editora Nova fronteira.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Silêncio!

Diante da paisagem um convite...
Ouça o silêncio da alma...Façanha proeza.
O silêncio do eu na calada do cansaço.
O percurso que promete a energia renovada.
Ouça o silêncio ao redor... O uivo do bambuzal, o cantar dos pássaros, a boiada que dita a hora, o som beirando a serra...
Ouça o silêncio ao redor...
O som das águas verdes...o barco anunciando solidão.
O quanto Deus caprichou no canto lírico dos pássaros. Deus! Deus que persevera em dizer que existe.
Ouça o silêncio em si...
O que está do lado de fora...
Ouça o silêncio ao redor pois ele já faz parte de ti.

Cassia Mira
trabalho publicado

domingo, 25 de dezembro de 2011

Meu querido Papai Noel

Meu querido Papai Noel

Papai Noel, gosto desta época do ano, gosto da roupa que você usa, gosto de você. Gosto do seu sorriso e da alegria que vejo no olhar de encanto das crianças. Eu acredito em você e sei que todos os nossos sonhos podem ser realizados, se você acreditar.
Este ano, quase todos os meus sonhos foram realizados. Consegui Papai Noel, eu consegui! Um sonho muito próximo do que seja a nossa missão neste mundo. Consegui Noel, ficar perto das crianças, bem pertinho do sorriso delas.
Minha missão, umas das que tanto sonhei e pedia a Deus. Um sonho real! A missão de educar para um mundo melhor, educar para a arte, educar para a música, educar com amor, educar sem violência, sem opressão, sem preconceito. Educar com amor!
Sempre! Mesmo em momentos de muita dor, o que, ás vezes, acaba acontecendo. O inevitável.
Neste Natal tenho que pedir para você um presente especial. Um presente que só pedem os que continuam a sonhar. Primeiro peço por aqueles que perderam a esperança de um futuro melhor. Peço por aqueles que ainda não realizaram seus sonhos. Peço pelas pessoas amargas de coração, que tem uma casca humana de beleza e, por dentro, carregam a ignorância, a si mesmos, praticam a ausência de ideais humanitários. Peço por elas.
Peço por aqueles que não escondem as lágrimas. Peço pelos que sentem a dor da perda de alguém, onde a saudade vem como consolo, alimentando as lembranças dos momentos felizes.
Peço Papai Noel pela paz no mundo, pelos doentes e carentes de afeto, pelos que não acreditam em sonhos e nem no meu querido amigo Papai Noel.
Peço pelo meu querido Brasil e pelos meus amigos. Eu sou uma brasileira que espera por dias ainda melhores, que espera e não se cansa de pedir por aqueles que carecem de cultura, educação de qualidade, pelo cumprimento da justiça, pelo direito a saúde e a liberdade.
E para finalizar, peço que, além de fazermos nossas compras, que olhassemos nossos corações para que este seja preparado, feito uma gruta, pra que a criança mais importante do mundo possa nascer. Jesus precisa nascer! De verdade! Que nossos corações sejam como a gruta de Belém: simples e aconchegante.
Que todos os dias o céu de Natal aconteça. Que a estrela querida seja avistada, que venham as visitas e que os lares estejam seguros de qualquer tipo de violência.
Papai Noel, um beijo doce de quem já foi criança.
Para todos nós, um Natal recheado de magia e um próspero 2012!

Texto: Cássia Mira
Publicado: Jornal Guaypacaré

sábado, 3 de dezembro de 2011

Eis que o amor é livre!

A poesia do amor

Corpos relaxados ao sabor do vento, enfeitando o som das palavras tidas como faíscas no enredo cujo nome é amor.
Embolados pelo caos, se juntam sem pudor para saborear todos os gostos deste amor.
No murmúrio deste alento, só nos resta à entrega total do sentir cada vez mais o ato e procurá-lo ainda mais, repetidas e apressadas vezes sem querer nunca, mais cada vez mais o ápice final.
Este ápice que nos faz deitarmos e olharmos para o início de nossas vidas quando éramos somente terra e céu.
Como quem almeja unir a lua ao mar.
Qual instante é este que atravessa a calada da noite e mergulha na imaginação de seres que se gostam tanto que se permitem apenas o sonhar.
A mágica da vida, destinos que se cruzam.
Pétalas ao chão em dias de sol, em dias lua e na mansidão do céu o transbordar das estrelas.
A mágica da paixão, o desejo ardente da presença, os braços que infelizmente não alcançam o calor de um abraço.
Fica o afeto, a força da mente que alcança o pensar constante, a busca dos sentidos mais sublimes, a força do bem querer e que mesmo na dor deixa correr o percurso do rio, na certeza de que no ápice do amor, a vida vibra de alegria, o amor é livre e quem o sente entende o que aqui se escreve.

Cássia Mira

Para brindar o poder de nossas mentes e corações.